O gelo saborizado deixou de ser um “quebra-galho” para virar protagonista em baladas, churrascos gourmet e no estoque de qualquer sorveteria que preze pelo faturamento.
O motivo? Ele é simples de produzir, fácil de estocar e tem uma margem de consideravelmente alta. É o típico produto que o cliente não sabia que precisava até ver um cubo cristalino com frutas vermelhas mergulhado num gin tônica.
Os sabores campeões de vendas
Os sabores que mais vendem hoje se dividem entre os clássicos funcionais, como limão, hortelã e laranja, que dão aquele tapa de frescor em águas aromatizadas, e a linha gourmet, que é onde o lucro escala de verdade.
Estamos falando de cubos de hibisco, frutas vermelhas e maracujá, que transformam um drink comum em uma obra de arte instagramável. É o famoso “vender com os olhos” antes do primeiro gole.
Projeções de venda do gelo saborizado em 2026
Mas não adianta ter um sabor incrível se a entrega for amadora. Em 2026, a embalagem é o seu vendedor silencioso. O mercado está ignorando aqueles sacos de gelo genéricos e apostando em sacos transparentes com design minimalista, que valorizam o conteúdo.
O destaque vai para os cubos grandes, conhecidos como slow melting (derretimento lento), que mantêm o drink gelado por mais tempo sem deixá-lo aguado. Se a sua embalagem ainda tiver sugestões de uso, indicando qual drink combina com cada sabor, você cria um serviço consultivo que fideliza o cliente na hora.
Upsell e padrão de qualidade
Para quem já produz picolés e sorvetes, o gelo saborizado é o upsell perfeito. Ele serve como produto complementar para eventos, vendas diretas ou até para abastecer bares parceiros da região.
A grande sacada é garantir o padrão e a higiene: nada de gelo com gosto de geladeira ou cristais de gelo mal formados. É aqui que o bicho pega e onde a tecnologia faz a diferença entre um gelo caseiro e um produto profissional de escala.
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